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Operação nacional de combate a crimes contra idosos vai ate dia 23 de setembro

Acontece em todo o país uma operação de combate a crimes contra idosos. É a terceira edição da operação ‘Vetus’, que é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e conta com a atuação da Polícia Civil dos 26 estados e do Distrito Federal.

A operação vai até o dia 23 de setembro e prevê ações como a apuração de denúncias e ações educativas e de fiscalização em instituições de longa permanência para idosos, os antigos asilos. Também estão sendo cumpridos mandados de prisão, de busca e apreensão e solicitação de medidas protetivas de urgência.

Nas duas primeiras edições da operação policial foram atendidos mais de 31 mil idosos vítimas de violência e quase mil pessoas foram presas.

De acordo com uma cartilha do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos a violência contra os idosos pode ser visível, que se caracteriza por lesões e até mesmo a morte; e pode ser também invisível, quando provoca sofrimento e traumas psicológicos.

As denúncias de violência contra idosos podem ser feitas pelo disque 100 e 180 ou no aplicativo de celular Direitos Humanos Brasil. Qualquer pessoa pode também procurar Delegacias Especializadas na Proteção ao Idoso.

Dia do Cuidador de Idosos: por necessidade familiares ocupam a função

Eles cuidam por amor e muitos fazem disso uma profissão. Estamos falando dos Cuidadores de Idosos, que tem um dia dedicado a eles, 20 de março.

Para ajudar a traçar um perfil desses trabalhadores, o Instituto Lado a Lado Pela Vida realizou um estudo com mais de 2,5 mil cuidadores de idosos de todo país entre 2020 e 2021.

O levantamento revela que 90% dos entrevistados assumiram a função de cuidador por necessidade, pelo parentesco ou falta de condições financeiras. São chamados de cuidadores familiares. Entre eles, 80% não têm cursos na área de saúde e a maior parte deles têm mais de 60 anos de idade.

A presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida, Marlene Oliveira ressalta que são idosos cuidando de idosos. ” De seis em cada dez cuidadores familiares você tem 27% que tem menos de 50 anos, o restante é tudo com mais de 60 anos.”

As mulheres são maioria entre os cuidadores familiares: 83%. Entre os profissionais o percentual é ainda maior: 91%.

O estudo também revela que cerca de 40% dos profissionais acreditam que a ocupação é totalmente desvalorizada. E isso levou quase metade dos cuidadores a pensar em desistir da profissão e outros 3% optaram por outro segmento.

A sobrecarga no trabalho é outro fator apontado no levantamento, já que um em cada cinco cuidadores disse ter insônia e 48% sofrem com estresse. Por isso, Marlene Oliveira pede para que a sociedade cuide de quem é cuidador.

A pesquisa sobre os cuidadores de idosos revelou ainda que mais da metade deles, tanto os familiares quanto os profissionais, moram na região sudeste e cerca de 20% no sul do país.

Fonte: Agência Brasil EBC

Número de idosos cresce 40% entre 2012 e 2021, diz IBGE

Crédito de fotografia: Marcelo Camargo – Agência Brasil

O número de idosos no país aumentou quase 40% entre 2012 e 2021, de acordo com os dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo IBGE, nesta sexta-feira.

A parcela de pessoas com 60 anos ou mais foi estimada em 14,7% da população em 2021. Em 2012, era pouco mais de 11%. As pessoas de 65 anos ou mais atingiram 10,2% da população total. Já o número de brasileiros com menos de 30 anos caiu 5,4%, no período.

O IBGE ressaltou que alguns dados foram ajustados com base nas estimativas de população projetadas em 2018 e que, portanto, não incorporaram os efeitos da pandemia de covid-19, que registrou aumento dos óbitos na faixa etária mais idosa.

Segundo Gustavo Fontes, analista do IBGE, o Censo de 2022 pode trazer algum ajuste nesses resultados, mas a evolução do envelhecimento da população do país é uma tendência que deve se confirmar.

Outro resultado que chama a atenção na pesquisa é o recorte por raça/cor. Entre 2012 e 2021, houve um aumento de 32,4% das pessoas autodeclaradas pretas e de 10,8% para pardas, enquanto a população que se declarava de cor branca não apresentou variação relevante. A Região Nordeste registrou a principal expansão da participação das pessoas declaradas pretas e a região sul, para as de cor parda.

Gustavo Fontes, do IBGE, avalia alguns fatores que podem ter contribuído para o aumento da participação de negros na população do país.

A Pnad Contínua ainda mostrou aumento de moradias individuais. Em dez anos, a proporção de unidades domésticas com apenas um morador, passou de 12,2% para quase 15% do total. Os homens eram 56,6% das pessoas que moravam sozinhas. As regiões sul e sudeste tinham a maior parcela de moradores individuais.

A forma mais frequente de arranjo em domicílios continua sendo a de casais, com ou sem filhos, ou famílias chamadas monoparentais, mães ou pais com filhos.

A população total do país cresceu 7,6% e chegou a 212 milhões de habitantes em 2021.

Pesquisa com idosos mostra os desafios da obesidade e do sedentarismo

Atividades realizadas pela Fundação José Carlos da Rocha estimulam desenvolvimento muscular e auxiliam no controle do peso

Sentar e levantar de uma cadeira ou andar distâncias curtas. Essas atividades podem parecer bem simples, mas para idosos com obesidade abdominal e fraqueza muscular se tornam um desafio. Isso é o que aponta um estudo do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos. Quase 4 mil idosos ingleses foram acompanhados por oito anos em pesquisa feita em com uma universidade do Reino Unido.  

Roberta de Oliveira Máximo, uma das pesquisadoras, explicou que o acesso precário ao sistema de saúde, doenças crônicas e sedentarismo podem agravar essa situação. A fisioterapeuta destaca quais os riscos de os idosos não fazerem o acompanhamento médico correto.

De acordo com a Dra. Roberta, todos os idosos têm a tendência, por conta da idade, a perder força muscular. Mas é importante estarem atentos a outros sintomas que limitem suas atividades do dia a dia. Por isso, o ideal é que os idosos sejam acompanhados por um geriatra, que estará atento a estas questões. Mudanças na rotina, como atividades físicas e alimentação balanceada, podem ajudar muito a reduzir a circunferência abdominal e a fraqueza muscular.

Os autores desta pesquisa acreditam que, mesmo que os idosos avaliados sejam ingleses, esse fenômeno também ocorra em brasileiros com mais de 60 anos, podendo ser ainda pior, já que no Brasil a prevalência de obesidade é maior que na Inglaterra.

Fonte: Rádio Agência Nacional/EBC

Avanço da medicina e hábito saudável permitem vida mais longa a idosos

Atividades físicas, como as propostas por professores da Fundação José Carlos da Rocha, ajudam idosos a manter vida saudável

Em pouco mais de dez anos, o número de idosos no Brasil aumentou em 11 milhões de pessoas. Em 2010, o país tinha 19 milhões de habitantes com mais de 60 anos de idade. Em 2021, esse número chegou a 30,3 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A expectativa para as próximas décadas é que esse número continue aumentando. Projeções estimam que, em 2060, três em cada dez brasileiros serão idosos.

Para o gerente de Estimativas e Projeções de População do IBGE, Márcio Minamiguchi, o aumento do número de idosos vem acompanhado de uma mudança de perfil dessa parcela da população ao longo dos anos.

“Aqueles idosos que hoje em dia chegam a idades mais avançadas, certamente, vão ter um tempo de vida maior e mais saudável em comparação com o passado. Ser idoso agora é bem diferente do que há algumas décadas.”

Atualmente, a expectativa de vida no Brasil é de quase 77 anos – em 2010, era de 73 anos.

Segundo a geriatra Roberta França, o aumento da longevidade está relacionado com uma série de fatores como: a prática de exercícios, a alimentação saudável e o avanço da ciência que permitiu a descoberta de novos tratamentos. “Nós começamos a compreender melhor o processo do envelhecimento e, com os diagnósticos mais precisos, criamos mecanismos para melhorar a qualidade de vida”.

O aumento da expectativa de vida provocou uma mudança no perfil dos pacientes que procuram o consultório da geriatra. “Há 30 anos, ter um paciente centenário era muito pouco comum. Atualmente, eu atendo dezenas de pessoas com mais de 100 anos de idade, e quem chegou aos 60 anos continua tendo uma vida ativa com trabalho, viagens e namoro.”

Médico do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Gélcio Mendes diz que em diversos tipos de câncer as chances de cura são consideradas altas, mesmo em pacientes idosos, e superam os 90% nos tumores na pele, mama, testículo, próstata e útero. “Hoje em dia, entendemos melhor os tumores e temos tecnologias mais apropriadas para avaliar a extensão de cada tumor, mas o sucesso dos tratamentos está sempre relacionado com o diagnóstico precoce que é fundamental para aumentar as chances de cura.”

A medicina também avançou nos tratamentos das doenças cardiovasculares, embora elas ainda sejam a principal causa de morte em todo o mundo. No Brasil, anualmente, cerca de 230 mil pessoas morrem devido a problemas relacionados ao coração.

O coordenador do setor de medicina nuclear do Hospital Pró-Cardíaco, Cláudio Tinoco, diz que as pessoas devem procurar sempre controlar a glicose, a pressão arterial e o colesterol para evitar o agravamento das doenças. “Este controle deve ser preventivo. Os pacientes devem procurar os médicos pelo menos uma vez por ano para realizar um check up completo. Isso é ainda mais importante depois dos 60 anos de idade.”

 

Fonte: Agência Brasil EBC

Exercício e adaptações em casa: saiba como proteger idosos de quedas

Essa é a 3ª causa de mortalidade entre pessoas com mais de 65 anos

Aulas propostas por professores da Fundação José Carlos da Rocha auxiliam no desenvolvimento físico dos idosos

As quedas são a terceira causa de mortalidade entre as pessoas com mais de 65 anos no Brasil, e 70% acontecem dentro de casa. E mesmo que não provoque a morte, a queda pode trazer consequências graves para os idosos, incluindo fraturas, internações, redução da independência e depressão.

Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 30% das pessoas nesta faixa etária caem ao menos uma vez por ano. Do total, cerca de 25% precisaram ser hospitalizadas.

A preocupação faz parte da nova rotina da jornalista Paula Pita, que passou a conviver com a avó Valdelice, de quase 90 anos. Ela afirma que uma situação de morte na família em função de queda aumentou ainda mais o alerta em relação à idosa.

“Desde que minha avó veio morar comigo, passei a ter uma preocupação em relação à disposição dos móveis aqui em casa, para que eles não sejam obstáculos que impeçam o deslocamento dela. Também fico atenta para que não tenha nenhum objeto espalhado pelo chão. Recentemente tive um tio que faleceu por conta das complicações de uma queda de escada. A partir disso, mais do que nunca eu passei a ficar ainda mais atenta em relação à segurança de minha avó”.

Diante de tantos obstáculos no cotidiano que podem provocar a queda de idosos, inclusive em casa, a atuação da família passa a ser fundamental na prevenção do problema, como indica a geriatra Fernanda Reis. A especialista explica que, além dos prejuízos físicos, esses acidentes domésticos também trazem outras consequências a médio e longo prazo.

“Inicialmente nós nos preocupamos com a repercussão que o evento possa ter trazido, com lesões graves como as fraturas e os traumatismos crânio-encefálicos. Mas as consequências não param por aí. Mesmo que aquele indivíduo que não sofreu lesão física, uma condição muito comum é a que nós conhecemos como síndrome de ansiedade pós-queda, ou medo de cair. Esta condição psíquica faz com que o idoso diminua suas atividades que antes realizava, sua socialização, aumentando assim o risco de depressão e sedentarismo. Temos então um ciclo vicioso, em que o aumento da inatividade acarreta em uma piora da perda muscular, que consequentemente aumenta ainda mais o risco de novas quedas”.

Fernanda Reis explica que o uso de diferentes medicamentos, que é comum nesta fase da vida, pode provocar quedas principalmente após a troca de dosagem. Além de revisar esse uso com auxílio de um médico, o idoso também pode ser motivado a praticar atividades físicas para fortalecer a musculatura.

“O sedentarismo é um grande fator de risco, e uma forma de prevenir seria o estímulo à realização da atividade física, principalmente os exercícios de força. Por exemplo, a musculação e o pilates, que acaba englobando flexibilidade e equilíbrio. Outro exercício é o tai chi chuan, que apesar de não ser muito difundido no nosso meio, é uma das atividades mais bem estudadas para prevenção de quedas. Nós devemos ter em mente, no entanto, que o mais importante é que se leve em consideração a preferência pessoal para que aquele idoso tenha uma boa adesão”.

Alguns cuidados podem reduzir o risco de quedas e acidentes, como manter uma boa iluminação em todos os cômodos da casa, evitar usar produtos que deixam o chão escorregadio, colocar protetor de borracha nos pés das cadeiras, revisar o uso de medicamentos que causam sonolência ou tontura, priorizar móveis com cantos arredondados e, em caso de necessidade, usar bengalas e outras proteções que facilitam o deslocamento.

 

Fonte: Agência Rádio Nacional/EBC

Projeto obriga municípios com mais de 100 mil habitantes a terem lares de idosos gratuitos

O Projeto de Lei 215/22 determina que os municípios com mais de 100 mil habitantes instalem e mantenham em funcionamento pelo menos uma ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos) e de natureza gratuita.

A oferta também poderá ser feita mediante convênio e deverá observar os critérios específicos estabelecidos pelo Conselho Municipal da Pessoa Idosa ou, na sua falta, pelo conselho estadual ou distrital que tenha a mesma finalidade.

Em análise na Câmara dos Deputados, o projeto insere a medida no Estatuto do Idoso. Segundo o texto, a instituição passará a integrar o SUS (Sistema Único de Saúde), mediante gestão compartilhada, cofinanciamento e cooperação técnica entre os entes federativos para a sua instalação, operação e manutenção.

A proposta foi apresentada pela deputada Ely Santos (Republicanos-SP). Ela destaca que o grupo de trabalho para fortalecimento das instituições de longa permanência de idosos, que funcionou em 2021 na Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara, detectou a necessidade de um número maior de ILPIs de natureza governamental e gratuita no País.

“Porém, sabemos das dificuldades financeiras e operacionais que as pequenas prefeituras atravessam, de modo que propomos um limite a partir do qual se poderá exigir a instalação de uma ILPI para atendimentos dos habitantes da localidade”, explica.

A parlamentar cita dados do censo Estimativas da População – 2021, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que mostram que mais da metade da população brasileira (57,7%), ou seja, 123 milhões de pessoas, concentra-se em apenas 326 municípios (5,8% do total), que têm mais de 100 mil habitantes.

Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Confira benefícios exclusivos a idosos e aposentados

Muitas pessoas que recebem aposentadoria do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) desconhecem que podem continuar usando o mesmo plano de saúde que tinham enquanto estavam trabalhando.

Você que contribuiu por mais de 10 anos, possui direito à assistência médica pelo mesmo período de contribuição, ou seja, você pode continuar com o plano de saúde desde que arque com as mensalidades de forma integral.

Para as pessoas idosas que precisam ter um cuidado redobrado com a saúde, é uma maneira importante de manter válido o seu direito.

Saque do Fundo de Garantia

O trabalhador quando chega no momento correto de se aposentar, terá o direito de sacar o valor integral do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). São valores que foram depositados pelas empresas na conta do funcionário no Fundo. Caso a pessoa que se aposentou desejar continuar trabalhando na mesma empresa, ela poderá sacar todo mês os novos depósitos feitos pela a empresa. Mas para que isso aconteça, ela não poderá trocar de empresa, pois ao mudar de empresa, voltará a ter que cumprir as regras habituais do FGTS.

Aposentado por invalidez tem direito a acréscimo de 25% no benefício

O aposentado (a) por invalidez que precisar de ajuda de terceiros para realizar suas tarefas diárias, como se alimentar, se vestir, se locomover, tomar banho e etc., terá direito a um adicional de 25% no valor do benefício.

A regra não obriga o aposentado a contratar um profissional, ou seja, pode ser alguém da família, como esposa, filhos ou até mesmo um vizinho, que o direito ao adicional será válido.

Para ter direito ao adicional de 25%, o aposentado precisará passar por uma perícia médica pelo INSS para comprovar que realmente não tem condições de realizar suas tarefas sem ajuda de terceiros.

Quitação do imóvel para aposentado por invalidez

O segurado que fez um contrato de financiamento de imóvel e no futuro se viu obrigado a se aposentar por invalidez poderá ter o seu imóvel quitado.

Essa possibilidade existe, isso porque, a maioria dos financiamentos de imóveis possuem seguro para incapacidade e morte, o que pode valer também para o financiamento de veículos e outros bens.

Muitas pessoas que contratam um financiamento paga o valor integral e o seguro sem saber. Para quem se aposentou por invalidez após ter contratado um financiamento de imóvel ou veículo, é importante que verifique se no seu contrato existe esse seguro. Caso tenha, entre em contato com a financeira para informar sua invalidez, para a concessão do benefício.

Isenção de IPTU

Em algumas cidades do país é possível o aposentado  e idosos ter a isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano. Para isso, o aposentado ou idoso precisa estar na faixa de 60 anos ou mais e ter uma renda mensal  média de três salários mínimos e em outro a31té cinco salários.

Para quem reside em São Paulo, é possível ter a isenção do IPTU como também ter isenção total do Imposto de Renda e da contribuição previdenciária.

Acumular aposentadoria

O aposentado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai poder receber pensão por morte em caso de falecimento do cônjuge, passando assim a ter o direito de receber dois benefícios previdenciários.

No entanto, o valor menor do benefício será proporcional, dependendo do valor e a proporcionalidade será de acordo com o número de salários mínimos.

Desta forma, o benefício que tiver o maior valor (seja a aposentadoria ou a pensão será recebida no valor de 100%), já o segundo benefício de menor valor, será pago o proporcional.

Fonte: Rede Jornal Contábil

Cartão de estacionamento para idosos poderá ter padrão nacional

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 369/20que determina ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (CNDI), ou outro órgão federal competente, padronizar a credencial de estacionamento de idosos emitida pelos municípios.
A proposta tem parecer favorável, na forma de um substitutivo. O texto original estabelece apenas a validade nacional das credenciais. A opção é substituir a validade pela padronização nacional.
A medida é inserida no Estatuto do Idoso, que garante 5% das vagas nos estacionamentos públicos e privados para esse grupo.
“Entendemos que o mais lógico a se fazer é determinar que o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa ou qualquer outro órgão federal pertinente do Poder Executivo, estabeleça os critérios mínimos necessários à padronização das credenciais”, disse o deputado Bosco Costa (PL-SE), relator do projeto.
A iniciativa vai facilitar a vida dos idosos, principalmente os que precisam se deslocar entre municípios vizinhos.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Idosos desidratam facilmente, e em atividades físicas requerem atenção

Uma pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), divulgada na Agência Brasil, mostra que, dos 210 milhões de brasileiros, 37,7 milhões são pessoas idosas, ou seja, acima dos 60 anos. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que 9 milhões de idosos praticam algum tipo de atividade física no Brasil. Caminhada é o exercício preferido, com 66,5% de adesão, seguido pelo passeio de bicicleta, 13,3%, e academia, com 9,69%.
Segundo o Ministério da Saúde, a prática de atividade física e corporal é fundamental para a saúde na terceira idade. Entre os vários benefícios oferecidos estão: “A diminuição do índice glicêmico, da pressão arterial, fortalecimento dos ossos, melhoria do sistema imune, da coordenação, do equilíbrio – muito importante nessa fase das nossas vidas. A atividade física também promove aquela sensação de bem-estar”, diz o professor Carlos Bezerra de Albuquerque, diretor em exercício do Cepeusp (Centro de Práticas Esportivas da USP). Ele também lembra que os benefícios podem ser ainda maiores: “Vale ter uma alimentação adequada, controlar o mal-estar maléfico e ter relações humanas, ter socialização. Isto é muito importante”.
Para quem está parado há muito tempo, ou só agora pretende cuidar melhor da saúde com a prática de algum exercício, são necessários cuidados , enfatiza o professor. “O primeiro passo é ir ao médico para uma avaliação. Posteriormente, procurar um profissional de Educação Física ou um Centro Esportivo, uma academia que esteja alinhada com atividades para a terceira idade.” Entre as sugestões para movimentar o corpo estão: caminhada, hidroginástica no verão ou em piscinas aquecidas, pilates, musculação, natação, alongamento e andar de bicicleta, tomando todos os cuidados. Tudo é válido na busca da condição aeróbica e do fortalecimento muscular.
O professor cita que “ três vezes por semana, 30 minutos cada vez, é um bom começo até chegar no que preconiza a Organização Mundial da Saúde, que são 150 minutos por semana”. Ele também diz que complementar com saídas para passear com o cachorro, ir até à padaria, à farmácia, só contribui para aumentar os benefícios já conquistados com a prática de exercícios.

Cuidado maior no verão

No período de verão, os cuidados devem ser redobrados, uma vez que os idosos sentem menos sede e o risco da desidratação é maior. O professor Bezerra lembra que “muitos tomam remédio para baixar a pressão, que pode no calor ficar ainda mais baixa, a atividade física colabora para baixar a pressão. Também monitorar essa questão quando se está sentado, deitado e vai levantar”. A recomendação é beber muito líquido e realizar a prática de exercícios até as 10 da manhã. Com isso, se evita o período mais quente do dia e ainda há o benefício de se sentir mais ativo e disposto. O Cepeusp oferece uma série de atividades para quem busca manter corpo e mente ativos e saudáveis. Acessando a página do Cepe é possível conhecer o que é oferecido, seus horários e dias da semana. O site para os interessados é cepe.usp.br.

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