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Festa junina anima grupo de idosos da ‘Sagrada Família’, de Lorena

Os idosos da Vila Vicentina da Sagrada Família, de Lorena, também participaram de uma festa junina, que contou com amplo apoio da Fundação José Carlos da Rocha, no fim do mês de junho.

Além das delícias típicas de festa junina, houve muita música, dança, animação e jogos propostos pelas prestadoras da Fundação José Carlos da Rocha, Flavia do Amaral, Hannah Magnussen e Leticia Godinho, como pescaria e boca do palhaço, além de quadrilha e casamento junino.

De acordo com Flávia do Amaral, a festa foi uma das mais animadas, com participação da equipe do lar e muito envolvimento dos idosos.

Idosos se divertem na festa junina do ‘Frederico Ozanam’, em Jacareí

A festa junina realizada pelo Lar Frederico Ozanam, no fim de junho, contou com produtos fornecidos pela Fundação José Carlos da Rocha e também doação de voluntários.

A colaboração de todos propiciou a realização de uma festa muito animada, como bastante variedade de comida, danças e música para os idosos.

As prestadoras Flavia do Amaral e Hannah Magnussen relataram que foi um dos locais com maior animação dos idosos, que se divertiram com as atividades propostas, principalmente pescaria, boca de balão, boliche, jogo de argolas e o principal, a quadrilha junina.

Os idoso ainda usaram roupas típicas, deixando o evento ainda mais animado.

Em Caçapava, residentes do ‘Vicente de Paulo’ participam de festa junina

Os residentes do Lar de Idosos Vicente de Paulo, de Caçapava, se divertiram com a festa junina da instituição e que contou com apoio da Fundação José Carlos da Rocha na última semana de junho.

Houve muita interação entre os prestadores de serviço da Fundação José Carlos da Rocha com os idosos e também com a equipe do lar.

Pela Fundação, Flavia do Amaral, Hannah Magnussen e Leticia Godinho animaram os idosos com diversas brincadeiras, dentre elas pescaria, boca de balão, quadrilha adaptada e ‘casamento’.

Naturalmente, ainda teve comidas típicas para todos os idosos, que estavam devidamente vestidos a rigor.

 

 

Festa Junina em Lagoinha tem comidas típicas e casamento do ‘Seo João’ com ‘Dona Chiquinha’

A Festa Junina promovida pela Fundação José Carlos da Rocha em parceria com o lar Vicentino de Lagoinha, no fim de junho, foi muito animada.

O tradicional evento foi organizado pelos professores Flávia do Amaral e Breno Antunes Ribeiro e proporcionou muita diversão a todos os idosos do lar.

Além das delícias típicas de Festa Junina, como bolinho caipira, cachorro quente, bolo e diversos doces, houve muita música, quadrilha, dança e animação.

Também contou com brincadeiras, como pescaria e boca do palhaço, além do momento mais especial, o casamento da Dona Chiquinha (personagem criado e interpretado pela professora Flávia) com o residente Seo João.

Casamento, aliás, que foi celebrado pelo Sr. Amarildo – que fez questão de comparecer para ‘unir o casal’. Parabéns e muitas felicidades.

Projeto Eu Ainda Quero vai atender sonhos de idosos de São Vicente

Os idosos do Lar Vicentino, de São Vicente, expressaram seus desejos na lousa do projeto ‘Eu Ainda Quero’ no mês de junho, e estão aguardando a realização dos sonhos.

Quem puder colaborar, deve entrar em contato diretamente com o lar, na rua Carijós n° 139, São Vicente, ou falar com a Kely pelos telefones (13) 3468-5750 ou (13) 3469-3508.
Tem desejos variados, desde participar de programa de televisão a ganhar camisa de times de futebol, como Corinthians e Santos, ou vestido, perfume, rádio etc.

O projeto ‘Eu Ainda Quero’, da Fundação José Carlos da Rocha, tem realizado o sonho de centenas de idosos, desde 2016 – quando foi criado.

Por meio de uma lousa, os idosos escrevem o que desejam e os voluntários (pessoas físicas e jurídicas) trabalham para que a vontade expressada pelos idosos seja concretizada.
Há sonhos simples e outros mais complexos. No entanto, com força de vontade e ajuda de todos, muitos dos desejos dos idosos já foram atendidos. Confira na galeria e escolhe qual sonho você pode realizar.

Projeto de horta gera boas expectativas em idosos de Guaratinguetá

Os residentes da Comunidade Missionária São José, de Guaratinguetá, estão participando de um novo projeto desde o início de junho: a criação de uma horta.

A ideia foi proposta pelo professor Breno Antunes Ribeiro, da Fundação José Carlos da Rocha, e teve enorme aceitação entre os idosos e a direção do lar.

De acordo com o professor, a iniciativa motivou os idosos do Lar São Francisco, especialmente os que tiveram passado ligado ao campo. “Muitos vieram da roça, cresceram em cidades do interior e tinham muito contato com plantações. Com isso, passa a ser uma ação importante sob o aspecto terapêutico, pois faz com que eles relembrem do passado, aplicando técnicas que conheceram com seus pais e avós”, explicou o professor.

Ele disse que muitos estão ansiosos com o plantio e com a colheita. “Nesta primeira etapa, plantaram alface, acelga, salsinha, cebolinha, rabanete, orégano. Após o plantio, todo dia eles vão à horta, regam e fazem os trabalhos necessários para o cultivo. Os produtos serão utilizados na própria cozinha do lar, para refeições dos idosos”, completou Breno.

Ação voluntária arrecada mantimentos para idosos de São Luiz do Paraitinga

A Fundação José Carlos da Rocha mantém diversos trabalhos de auxílio e amparo a idosos. Uma das ações mais populares e fundamentais é a Campanha de Fraldas.

Além disso, a fundação tem outras iniciativas, além de apoiar ações que visam contribuir com a qualidade de vida dos idosos e proporcionar uma vida melhor.

Durante o mês de maio, a comunidade de São Luiz do Paraitinga se mobilizou na doação de mantimentos para a Vila São Vicente de Paulo.
A Fundação José Carlos da Rocha faz um agradecimento especial a todos que colaboraram com a iniciativa, em especial às voluntárias Silvia e Dani, que reuniram forças e fizeram uma campanha entre amigos para arrecadação de alimentos para os idosos do lar.

A elas e a todos, nossa gratidão e carinho pela solidariedade.
OBRIGADO!

Fundação José Carlos da Rocha mantém tradição da congada em Lagoinha

A utilização de músicas e ritmos têm contribuído para ajudar a preservar as tradições culturais do folclore brasileiro entre o grupo de idosos do Lar Vicentino, de Lagoinha.

No mês de maio, a professora Flavia do Amaral, da Fundação José Carlos da Rocha, realizou rodas de ritmos musicais explorando a congada.

O lar foi escolhido para a atividade, pois a dança é mais popular em cidades do interior do país, facilitando a assimilação da proposta por parte dos idosos, que têm lembranças do tema quando eram jovens.
Além de levar músicas de congada com auxílio de um rádio, a professora entregou alguns instrumentos aos idosos, sendo que vários foram montados no próprio lar com auxílio dos residentes.

A professora explicou que a inciativa auxiliou a trabalhar com a memória, coordenação motora, ritmo e a percepção do ambiente. “Eles utilizaram os instrumentos, com o ritmo da música, da dança, faziam movimentos em sincronia e deram um importante passo para o desenvolvimento motor. Além disso, foi importante a utilização da congada, pois é uma dança, uma manifestação cultural e religiosa a qual eles tiveram muito ‘contato’ no passado. Isso faz parte da vida deles e de muitos idosos, principalmente em cidades do interior do Brasil”, argumentou Flávia.

A congada é hoje uma festa religiosa e tradicional popular trazida pelos escravos negros e usada pelos jesuítas para sublimar o instinto guerreiro do negro, criando uma luta irreal entre cristãos e pagãos. Ela também é conhecida como congado ou congo. Não há um dia fixo, mas os meses de maio e outubro consagrados

Os instrumentos musicais mais utilizados são a cuíca, a caixa, o pandeiro, o reco-reco, o cavaquinho, o tarol, o tamboril, a sanfona ou acordeom.

Idosos de Pinda participam de piquenique no Bosque da Princesa

A Fundação José Carlos da Rocha, em parceira com o Lar São Vicente de Paulo, promoveu um piquenique com os idosos no Bosque da Princesa, em Pindamonhangaba, no fim de maio.

O objetivo era realizar um passeio, tirando os residentes do lar e realizando atividades ao ar livre, ouvindo músicas em roda de violão, alimentando peixes, vendo os pássaros e o rio Paraíba do Sul. No bosque, os idosos caminharam, fizeram exercícios leves, participaram de rodas de conversas, se descontraíram.

A professora Letícia Godinho explicou que muitos se recordaram da época da juventude, quando passeavam no Bosque da Princesa. Em conserva com algumas idosas, Letícia relatou que elas se emocionaram ao falar do passado, recordar fatos da infância com os pais, irmãos, namorados. “Foi uma experiência muito divertida e que despertou sentimentos de alegria nos idosos. Primeiro porque o Bosque da Princesa é lindo, é agradável, é um passeio que anima muito os idosos. Além disso, eles puderam ‘voltar ao passado’ e relembraram o que sentiam na infância e adolescência”.

A professora Flávia do Amaral disse que a iniciativa faz parte das ações de passeio dos idosos, que estavam paralisadas devido à pandemia. “Temos alguns trabalhos que retiram os idosos os lares e proporcionam visitas, passeios ao ar livre, contato com a natureza. Essas atividades estavam suspensas com toda a situação da Covid-19 e, agora, aos poucos, poderemos retomar, sempre com muita cautela e analisando a questão da doença, tudo para proteger e garantir a plena saúde dos idosos”.

Fundação José Carlos da Rocha aposta em aulas ao ar livre durante as manhãs de frio

A educadora Nadialice Melo, da Fundação José Carlos da Rocha, tem aproveitado as manhãs ensolaradas para realizar atividades ao ar livre com idoso do Lar Vicente de Paulo, de Caçapava.

Nadialice explicou que o frio dificulta a realização de atividades e exercícios, porém no período da manhã é possível levar os idosos para área externa. “Realizamos exercícios na área aberta do pátio, assim eles tomam sol, praticam a aula ao ar livre e se sentem melhores”.

A academia da melhor idade é um dos atrativos para os vovôs e vovós do lar. “Orientamos sobre a maneira correta de utilizar os aparelhos, para evitar lesões e desconforto. Temos um cuidado especial com os novos residentes, pois ainda não estão acostumados com exercícios”.

Ela relatou que a utilização de músicas alegres e divertidas também proporciona aulas mais divertidas no frio. “Usamos as canções para que eles se descontraiam e aproveitem melhor o tempo de exercício. Alguns se empolam e cantam, dançam, fazem brincadeiras”.

Outro ponto destacado pela professora Nadialice foi a melhora significativa no desenvolvimento das atividades pós pandemia. “Nos últimos dois anos a quantidade de aulas estava abaixo do ideal e as formas de exercícios também estavam limitadas. Hoje, com a retomada gradual dos serviços, percebemos uma evolução no desempenho dos idosos, bem como melhoras na autoestima e relações sociais”, avaliou.