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Fundação José Carlos da Rocha celebra Páscoa com idosos de lares da região

Os idosos dos lares atendidos pela Fundação José Carlos da Rocha estão participando de várias atividades relacionadas à celebração da Páscoa.

O cronograma desenvolvido por profissionais da Fundação José Carlos da Rocha inclui brincadeiras, exercícios e trabalhos que estimulam a memória, a coordenação motora, a interação e a criatividade dos vovôs e vovós.

Cada lar recebe um tipo de proposta, de acordo com a aula do profissional atuante, e as condições físicas do grupo de idosos.

Dia 30 de março, por exemplo, os residentes do Lar Irmã Terezinha, de Pindamonhangaba, participaram de brincadeiras como amigo chocolates, acertar o rabo do coelho, coelho sai da toca. A iniciativa agradou a todos, que se divertiram e aliaram a celebração da Páscoa com desenvolvimento de autonomia, integração, socialização, dentre outras melhorias na parte física e psicológica dos idosos. No local, as ações foram coordenadas pelos professores Rita Santos, Letícia Godinho e Alexandre Botelho.

Ainda no dia 30, na Vila Vicentina da Sagrada Família, em Lorena, os idosos tiveram uma grande festa em comemoração à Páscoa e também dos aniversariantes do mês. Eles interagiram com os exercícios dos professores Nadialice Melo e Thiago Frederic Melo, ganharam ovos de chocolate, bolo doce e torta. “As atividades estimularam a percepção espacial e visual, senso de direção, equilíbrio, concentração, a memória com pistas que despertam a habilidade de identificar informações explícitas e implícitas. Além disso, eles se envolveram no verdadeiro sentido da Páscoa: o amor ao próximo, a empatia, e o respeito as diferenças”, explicou Nadialice Melo.

Ela destacou a atitude coletiva e o espírito de amizade entre os idosos. “Tiveram uma atitude muito bonita de encontrar os ovos, e de ajudar os que que não conseguiram achar, entregando ovos aos companheiros”, completou a professora.

Dia 1 de abril é a vez dos idosos do Lar São Vicente de Paulo, de Pindamonhangaba, que terão caça ao ovo, acertar o rabo do coelho, e coelho sai da toca, além de outros formatos de jogos e brincadeiras, como a utilização de orelhas de coelho – feitas em EVA durante aulas de arteterapia.

Ainda existem outros lares que devem receber a celebração da Páscoa, como o Luiza de Marillac, de Taubaté, e o Lar de Idosos Vicente de Paulo, de Caçapava, ambos previstos para dia 6 de abril. Dentre os trabalhos que devem ser criados pelos professores Breno Antunes e Letícia Godinho estão: caça aos ovos, laçar o coelho e boliche de Páscoa.

Projeto orienta idosas sobre alimentação saudável e propõe desenhos sobre alimentos

Os idosos da Casa do Ancião Luiza de Marillac estão participando de um programa de estímulo ao consumo de alimentos saudáveis desde o fim de dezembro de 2020. A iniciativa é uma parceria entre a instituição e a Fundação José Carlos da Rocha e tem o objetivo de apresentar aos idosos as diferenças entre os tipos de alimentos e suas funções nutritivas e benefícios ao organismo.
O projeto foi idealizado pela nutricionista Juliana Silveira com participação da arteterateupa Letícia Godinho, da Fundação José Carlos da Rocha.
Letícia explicou que a cada mês serão apresentados e debatidos os alimentos da safra do mês. Para fevereiro e março de 2021 os produtos escolhidos foram abacate, pêra, maçã, goiaba, coco verde, repolho, escarola, milho verde e tomate. “A nutricionista faz a explanação sobre as características desses alimentos, em quais funções ele auxilia, e dá dicas de alimentação saudável e balanceada. Na parte de arteterapia propomos atividades lúdicas de criação de painéis com pinturas sobre esses alimentos, que também são saboreados pelos idosos”, disse.
Para maior adesão à iniciativa, Letícia conta que foi criado um painel no refeitório do lar com as pinturas desses alimentos feitas pelos idosos. “Com esses desenhos, eles desenvolvem habilidades motoras, que são alinhadas às sensoriais. Isso estimula o cérebro a associar as informações recebidas pela nutricionista a respeito dos alimentos, dos benefícios, com o sabor, e as características de pintura, as cores, movimentos das mãos, trabalhando a memória, o sistema motor, cognitivo, além de ativar sensores gustativos”.
De acordo com a arteterapeuta, as idosas aprovaram a iniciativa e estão ansiosas para saborear e aprender sobre alimentos de outras épocas. “Como elas lembram dos alimentos, algumas ficam perguntando quando será oferecida determinada fruta, verdura ou legume, se vai demorar muito, como vai ser o preparo. Elas também relembram receitas de como fazer determinado item e com isso relembram coisas do passado, da infância, da família. Tem sido bastante gratificante para nós profissionais e produtivo para os idosos”, finalizou Letícia.

Professores da Fundação José Carlos da Rocha orientam idosos sobre necessidade de receberem vacina

Os professores da Fundação José Carlos da Rocha têm desempenhado um papel importante em relação à vacinação contra Covid-19 nos lares atendidos diretamente pela instituição.

Além de proporcionar atividades físicas, com exercícios de fortalecimento o muscular, dança, arteterapia dentre outros, os profissionais têm conversado com as centenas de idosos para explicar a importância da vacinação, para garantir a proteção contra o vírus.

Segundo os professores, vários idosos demonstram receio e preocupações sobre a vacina, principalmente em relação aos boatos que questionam sua eficiência.

A professora Nadia Melo relatou como tem conscientizado os idosos. “Nós explicamos para eles que os laboratórios responsáveis pelo produto são referências mundiais e que eles não devem dar ouvidos aos boatos criados por grupos que não acreditam na força do vírus ou na eficiência da vacina”.

Ela disse que as conversas para orientar os idosos aconteceram vários dias antes da aplicação das doses. “Assim que tivemos conhecimento de que as pessoas que viviam em lares deveriam ser imunizadas no primeiro grupo, já iniciamos nosso trabalho. Sentamos com os idosos, de um por um ou em grupo, deixando claro a importância do ato, para garantir a saúde deles e dos demais”, completou.

Dia 23 de janeiro (sábado), a professora estava no lar Irmã Terezinha (Pindamonhangaba), quando profissionais de saúde do município chegaram para aplicar as doses. Na ocasião, ela teve que conversar com alguns dos idosos novamente, porque mesmo após várias explicações ainda estavam com receio de serem imunizados. “Existe muita fake news, muita gente que é contra vacina ou não acredita na letalidade do vírus. Acredito que isso esteja dificultando muito o trabalho dos profissionais de saúde e o sucesso das ações. Nos lares que nós atendemos, temos realizado e vamos continuar com essa conscientização com os idosos – não só em relação à vacina, mas também sobre o uso de máscaras, a higiene constante das mãos e outras medidas de proteção”.

Confira a lista dos lares onde os idosos já receberam a primeira dose de imunização:

Lar Vicentino (Lagoinha)

Centro de Convivência Amélia Ozanam (Tremembé)

São Vicente de Paulo e Irmã Terezinha (Pindamonhangaba)

Vila Vicentina Sagrada Família (Lorena)

Comunidade Missionária São José (Guaratinguetá)

Lar Frederico Ozanam e Associação Humanitária Amor e Caridade (Jacareí)

Ondina Lobo (São Paulo)
Casa do Ancião Luiz de Marillac e Casa São Francisco de Idosos (Taubaté)
Vila São Vicente de Paulo (São Luiz do Paraitinga – sem previsão)

Idosos com mobilidade reduzida participam de exercícios de alongamento em Pindamonhangaba

Os idosos do Lar Irmã Terezinha, de Pindamonhangaba, que possuem mobilidade reduzida, estão participando de atividades adaptadas de fortalecimento muscular. Os exercícios propostos pela professora Nadialici Melo, da Fundação José Carlos da Rocha, têm ainda o objetivo de propiciar melhorias motoras, cognitivas e de condicionamento físico aos residentes.

Nas últimas semanas, a professora aplicou alongamento e aulas de ginástica, movimentando grupos musculares que tendem a ter atrofia em pessoas com mobilidade reduzida. Segundo ela, esses exercícios geram mais força e ao conjunto muscular, possibilitando ainda condicionamento físico e equilíbrio para tarefas do cotidiano.

A professora tem utilizado arcos e bolas durante as aulas. “São objetos simples, de aplicação fácil, e com geração de resultados eficientes e rápidos. Nossa intenção é oferecer um mix de movimentos para o pleno desenvolvimento físico, gerando condicionamento e qualidade de vida aos idosos”, explicou.

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Caixa Surpresa: nova atividade da Fundação estimula memória de idosos

Os lares que recebem o projeto a “Arte Experiente da Terceira Idade”, desenvolvido pela professora Letícia Godinho, da Fundação José Carlos da Rocha, estão com novas atividades nas últimas semanas. Dentre as ações propostas, a Caixa Surpresa tem feito grande sucesso entre os idosos.

Por meio do objeto, a professora de arteterapia estimula a memória dos vovôs e vovós de uma maneira simples, porém criativa.

Dentro são colocados papéis com vários temas, como nome de flores, frutas, cores, dentre outros, e os idosos colocam a mão e sorteiam. Em posse do item escolhido, eles têm que falar o maior número de elementos que lembram. “Isso o fazem ativarem a memória e mantê-la ativa e saudável”, disse a professora Letícia Godinho.

Ela explicou que a temática é desenvolvida em formato de gincana, dando dinamismo e criando uma atmosfera mais atraente para os residentes dos lares atendidos pelo projeto: São Vicente de Paulo/Pindamonhangaba, Lar Casa do Ancião Luiza de Marillac/Taubaté e no Lar Vicentina Sagrada Família/Lorena.

Fundação José Carlos da Rocha parabeniza idosos pelo dia internacional

Fundação José Carlos da Rocha quer ‘plantar’ na sociedade o respeito, a atenção e a valorização da pessoa idosa

A Fundação José Carlos da Rocha parabeniza todos os idosos, especialmente os que vivem nos lares atendidos, pelo Dia Internacional do Idoso (1º de outubro). Mais que parabenizar, a Fundação José Carlos da Rocha desenvolve ações consistentes que proporcionam melhorias e qualidade de vida.
Para isso, a instituição realiza diversos projetos voltadas aos idosos, como aulas especiais nos lares atendidos, projetos de arrecadação e doação de fraldas, realização de sonhos, amparo e atenção ao idoso.
A participação da Fundação José Carlos da Rocha para uma vida plena ao idoso vai além. Ela também é atuante em conselhos, participa ativamente de iniciativas governamentais, propõe melhorias e debate questões sociais voltadas ao idoso.
Neste momento de pandemia, a Fundação José Carlos da Rocha está cada vez ainda mais zelosa com os vovôs e vovós. Além de receber todo carinho e atenção dos profissionais, os idosos ainda participam de aulas que foram remodeladas para garantir a segurança e a saúde de todos e os professores seguem um rigoroso protocolo, com base em normas de órgãos nacionais e internacionais.

Mais sobre a data

Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Internacional do Idoso (1º de outubro) é uma oportunidade para que as pessoas lembrem que a idade chega para todos, e que, com ela, novas dificuldades surgirão. Especialistas, no entanto, garantem: é possível envelhecer com qualidade de vida.

Segundo o médico geriatra e diretor científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) Renato Bandeira de Mello, qualidade de vida é algo subjetivo: depende da percepção do indivíduo sobre o que é felicidade.

Mas, em termos gerais, acrescenta o geriatra, qualidade de vida na velhice está associada a vida ativa: a busca por hábitos saudáveis como atividade física, alimentação saudável; e a manter a mente estimulada com novas atividades. Outro fator associado à qualidade de vida na terceira idade são as relações sociais. “Isso significa contato com a família, amigos e colegas de trabalhos”, resume Mello.

Família

O papel da família para a qualidade de vida do idoso, além de relevante, está previsto em leis. “Mais do que um papel, os familiares têm obrigação com os idosos. Isso, inclusive, é respaldado pelo Estatuto do Idoso”, explica o diretor da SBGG.

Nesse sentido, o estatuto prevê que a família se envolvam nos cuidados e na proteção do idoso, “respeitando os seus limites e a autonomia a fim de não o cercear de suas liberdades e desejos”, acrescenta Mello.

Coordenadora-geral do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, Eunice Silva destaca ser o ambiente familiar o que registra a maioria das violações de direitos da pessoa idosa. Segundo ela, entre os fatores que resultam em enfermidades, quedas, demência e internamentos prolongados estão a violência doméstica, os maus tratos e o abandono.

“É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, educação, cultura, esporte, lazer, trabalho, cidadania, liberdade e dignidade, ao respeito e às convivências familiar e comunitária”, argumenta a coordenadora do conselho que é vinculado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH),

Sociedade

De acordo com o médico geriatra e diretor da SBGG, no caso de idosos doentes que precisam de cuidado especial, além do apoio familiar é necessário o apoio da sociedade, que precisa estar atenta também às próprias mudanças que acontecem ao longo do tempo.

“Há que se pensar que, no futuro, os núcleos familiares serão menores. Precisaremos encontrar meios para construir uma sociedade que possa cuidar do idoso”, disse ao lembrar que a qualidade de vida dos idosos depende, ainda, de infraestruturas e de relações que enxerguem esse público não apenas como consumidor, mas como potencial colaborador.

“Bancos, lojas, mercados, transportes e outros serviços e estabelecimentos precisam buscar formas de inclusão, não apenas como consumidor, mas também como força de trabalho”, disse.

Estatísticas

Dados apresentados pelo Ministério da Saúde apontam que atualmente, os idosos representam 14,3% dos brasileiros, o que corresponde a 29,3 milhões de pessoas.

Segundo o Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) divulgado em 2018, 75,3% dos idosos brasileiros dependem “exclusivamente” dos serviços prestados no Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda segundo o levantamento, 83,1% realizaram pelo menos uma consulta médica nos últimos 12 meses.

Tendo por base dados obtidos por meio da Pesquisa Nacional de Saúde, o MS informa que 24,6% dos idosos têm diabetes, 56,7% têm hipertensão, 18,3% são obesos e 66,8% têm excesso de peso.

As doenças do aparelho circulatório são a principal causa de internação entre idosos. Em 2019, foram mais de 600 mil internações registradas no Sistema Único de Saúde (SUS) de pacientes acima de 60 anos.

Acidentes

De acordo com a SBGG, as principais causas de mortes acidentais de idosos são atropelamento e quedas, o que, segundo seu diretor, pode levar a consequências diretas, como lesões e fraturas, e indiretas, como medo de cair e isolamento social, entre outros.

“A maior parte das quedas da própria altura ocorrem em casa por falta de adaptação do ambiente, excesso de obstáculos, falta de barras de apoio, presença de piso sem antiderrapante e que são perigos contínuos na vida do idoso”, acrescenta o médico geriatra.

A fim de prevenir esse tipo de acidentes, que podem resultar em fraturas, traumatismo craniano, contusão muscular e, principalmente, o medo de cair novamente, o Ministério da Saúde listou uma série de dicas aos idosos.

Fundação José Carlos da Rocha retoma atendimento físico aos idosos nos lares do Vale do Paraíba

A Fundação José Carlos da Rocha está retomando, de forma gradual, as atividades executadas dentro dos lares a partir deste mês de julho.
Para o retorno das ações, a instituição está tomando uma série de medidas para garantir a proteção à saúde dos idosos e dos seus professores.
Primeiramente houve contato com a direção dos lares para saber quais permitiriam as aulas. Após o aval dos lares, a Fundação José Carlos da Rocha realizou treinamento com professores e demais prestadores de serviços, para orientar sobre as recomendações da Organização Mundial de Saúde, Ministério da Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e demais órgãos fiscalizadores e reguladores de saúde pública.
Todos os profissionais fizeram exame para detecção de covid-19 em laboratório referência contratado pela Fundação José Carlos da Rocha. Eles também receberam instruções para a retomada das aulas, como manter distância dos idosos, não tocar em hipótese alguma, adaptar algumas atividades para garantir a saúde de todos, dentre outros aspectos. Kits de proteção com máscaras e escudo facial também foram entregues aos membros da Fundação José Carlos da Rocha, que ainda vão utilizar álcool gel várias vezes durante as aulas.
“Fizemos contato com a direção dos lares e estamos retomando gradativamente. Todos os professores passaram por um intenso treinamento sobre as regras sanitárias e epidemiológicas e fizemos exames, entregamos itens de proteção”, disse a coordenadora da Fundação José Carlos da Rocha, Renata Linhares.
Ela explicou que a decisão sobre o retorno envolveu membros do conselho da instituição, que avaliaram questões técnicas e a necessidade de atividades para os idosos. “Nossos conselheiros debateram o tema entre eles e também ouviram especialistas. Com os protocolos de segurança que estamos usando, que são rígidos, se torna improvável possível contágio de doença tanto para os idosos quanto para os professores. Nossa equipe levou em conta a importância das atividades para os idosos, que estavam se sentindo sozinhos, tristes e com tendência de apresentarem até quadros de depressão porque deixaram de receber atividades, de se exercitar e se divertir. Além disso, alguns tiveram pioras significativas na questão motora, na mobilidade, força, equilíbrio, dentre outros pontos. Deste modo, com aval dos lares, respeito às normas de saúde e uma série de medidas, optamos pelo retorno gradual de nossas ações”, explicou Renata.

Emissoras de TV destacam Campanha de Fraldas da Fundação José Carlos da Rocha

Entre os meses de maio e junho de 2020, a Fundação José Carlos da Rocha intensificou a campanha de arrecadação de fraldas. Isso porque o volume de receitas próprias da instituição caiu e porque o número de doação também apresentou redução. Diversas ações foram realizadas para aumentar a arrecadação dos produtos essenciais aos idosos e os veículos de comunicação ajudaram bastante nesta iniciativa. Confira abaixo, quatro entrevistas realizadas para emissoras de televisão da região entre os meses de maio e junho de 2020, TV Vanguarda, TV Novo Tempo, TV Band Vale e TV Record, sendo que uma delas foi reprisada pela Record em outro programa

Abaixo entrevistas para televisão realizadas no período:

TV Record, programa Balanço Geral, dia 19 de junho, e material reprisado dia 19 no SP Record. Assista aqui.

 

 

 

 

 

TV Band, programa Band Cidade, ao vivo, dia 10 de junho, material está disponível entre 12 minutos e 5 segundos até 16 minutos. Assista aqui.

 

 

 

 

 

TV Vanguarda, programa Bom Dia Vanguarda, entrada ao vivo dia 4 de junho, e também disponível pelo Globo Play. Assista aqui.

 

 

 

 

 

TV Novo Tempo, programa Jornal Setorial, entrevista dia 11 de maio. Assista aqui.

 

 

 

 

 

Para doar qualquer quantia, basta clicar aqui.

Campanha arrecada fraldas para idosos

Centenas de idosos que vivem em lares precisam de fraldas. A campanha da Fundação José Carlos da Rocha visa aumentar o número de fraldas doadas aos lares para atender a necessidade dos vovôs e vovós. A quantidade de fraldas que um idoso usa por dia varia bastante, de acordo com o estado de saúde e com a idade de cada um. Em média, são três fraldas por dia.

Nos últimos meses, a Fundação José Carlos da Rocha tem comprado cerca de 8.000 fraldas por mês para dividir entre os 12 lares atendidos. Parece um número elevado, mas não é o suficiente se for considerado o volume médio de três fraldas por dia para cada idoso que precisa do item.

Devido à crise global causada pelo Covid-19, a Fundação José Carlos da Rocha também tem sentido os efeitos, pois não dispõe dos mesmos recursos financeiros de antes. Assim, os lares podem vir a receber menos fraldas.

Para não desamparar os vovôs e vovós, a Fundação José Carlos da Rocha precisa de sua ajuda.

Basta ler o QR Code e doar qualquer quantia para a compra de fraldas. Lembre-se que cada R$ 1,00 (um real) compra uma fralda. Faça sua parte e ajude neste momento tão difícil.
Quem quiser, também pode fazer doação clicando aqui.

Para agravar a situação dos idosos, os lares não estão recebendo visitas – o que gera um redução significativa no volume de doações de fraldas e outros itens de higiene.

Também por isso, é que a Campanha de Fraldas é fundamental para a saúde e bem-estar de centenas de idosos.

Colabore.