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Fundação José Carlos da Rocha parabeniza idosos pelo dia internacional

Fundação José Carlos da Rocha quer ‘plantar’ na sociedade o respeito, a atenção e a valorização da pessoa idosa

A Fundação José Carlos da Rocha parabeniza todos os idosos, especialmente os que vivem nos lares atendidos, pelo Dia Internacional do Idoso (1º de outubro). Mais que parabenizar, a Fundação José Carlos da Rocha desenvolve ações consistentes que proporcionam melhorias e qualidade de vida.
Para isso, a instituição realiza diversos projetos voltadas aos idosos, como aulas especiais nos lares atendidos, projetos de arrecadação e doação de fraldas, realização de sonhos, amparo e atenção ao idoso.
A participação da Fundação José Carlos da Rocha para uma vida plena ao idoso vai além. Ela também é atuante em conselhos, participa ativamente de iniciativas governamentais, propõe melhorias e debate questões sociais voltadas ao idoso.
Neste momento de pandemia, a Fundação José Carlos da Rocha está cada vez ainda mais zelosa com os vovôs e vovós. Além de receber todo carinho e atenção dos profissionais, os idosos ainda participam de aulas que foram remodeladas para garantir a segurança e a saúde de todos e os professores seguem um rigoroso protocolo, com base em normas de órgãos nacionais e internacionais.

Mais sobre a data

Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Internacional do Idoso (1º de outubro) é uma oportunidade para que as pessoas lembrem que a idade chega para todos, e que, com ela, novas dificuldades surgirão. Especialistas, no entanto, garantem: é possível envelhecer com qualidade de vida.

Segundo o médico geriatra e diretor científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) Renato Bandeira de Mello, qualidade de vida é algo subjetivo: depende da percepção do indivíduo sobre o que é felicidade.

Mas, em termos gerais, acrescenta o geriatra, qualidade de vida na velhice está associada a vida ativa: a busca por hábitos saudáveis como atividade física, alimentação saudável; e a manter a mente estimulada com novas atividades. Outro fator associado à qualidade de vida na terceira idade são as relações sociais. “Isso significa contato com a família, amigos e colegas de trabalhos”, resume Mello.

Família

O papel da família para a qualidade de vida do idoso, além de relevante, está previsto em leis. “Mais do que um papel, os familiares têm obrigação com os idosos. Isso, inclusive, é respaldado pelo Estatuto do Idoso”, explica o diretor da SBGG.

Nesse sentido, o estatuto prevê que a família se envolvam nos cuidados e na proteção do idoso, “respeitando os seus limites e a autonomia a fim de não o cercear de suas liberdades e desejos”, acrescenta Mello.

Coordenadora-geral do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, Eunice Silva destaca ser o ambiente familiar o que registra a maioria das violações de direitos da pessoa idosa. Segundo ela, entre os fatores que resultam em enfermidades, quedas, demência e internamentos prolongados estão a violência doméstica, os maus tratos e o abandono.

“É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, educação, cultura, esporte, lazer, trabalho, cidadania, liberdade e dignidade, ao respeito e às convivências familiar e comunitária”, argumenta a coordenadora do conselho que é vinculado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH),

Sociedade

De acordo com o médico geriatra e diretor da SBGG, no caso de idosos doentes que precisam de cuidado especial, além do apoio familiar é necessário o apoio da sociedade, que precisa estar atenta também às próprias mudanças que acontecem ao longo do tempo.

“Há que se pensar que, no futuro, os núcleos familiares serão menores. Precisaremos encontrar meios para construir uma sociedade que possa cuidar do idoso”, disse ao lembrar que a qualidade de vida dos idosos depende, ainda, de infraestruturas e de relações que enxerguem esse público não apenas como consumidor, mas como potencial colaborador.

“Bancos, lojas, mercados, transportes e outros serviços e estabelecimentos precisam buscar formas de inclusão, não apenas como consumidor, mas também como força de trabalho”, disse.

Estatísticas

Dados apresentados pelo Ministério da Saúde apontam que atualmente, os idosos representam 14,3% dos brasileiros, o que corresponde a 29,3 milhões de pessoas.

Segundo o Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) divulgado em 2018, 75,3% dos idosos brasileiros dependem “exclusivamente” dos serviços prestados no Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda segundo o levantamento, 83,1% realizaram pelo menos uma consulta médica nos últimos 12 meses.

Tendo por base dados obtidos por meio da Pesquisa Nacional de Saúde, o MS informa que 24,6% dos idosos têm diabetes, 56,7% têm hipertensão, 18,3% são obesos e 66,8% têm excesso de peso.

As doenças do aparelho circulatório são a principal causa de internação entre idosos. Em 2019, foram mais de 600 mil internações registradas no Sistema Único de Saúde (SUS) de pacientes acima de 60 anos.

Acidentes

De acordo com a SBGG, as principais causas de mortes acidentais de idosos são atropelamento e quedas, o que, segundo seu diretor, pode levar a consequências diretas, como lesões e fraturas, e indiretas, como medo de cair e isolamento social, entre outros.

“A maior parte das quedas da própria altura ocorrem em casa por falta de adaptação do ambiente, excesso de obstáculos, falta de barras de apoio, presença de piso sem antiderrapante e que são perigos contínuos na vida do idoso”, acrescenta o médico geriatra.

A fim de prevenir esse tipo de acidentes, que podem resultar em fraturas, traumatismo craniano, contusão muscular e, principalmente, o medo de cair novamente, o Ministério da Saúde listou uma série de dicas aos idosos.

Fundação José Carlos da Rocha retoma atendimento físico aos idosos nos lares do Vale do Paraíba

A Fundação José Carlos da Rocha está retomando, de forma gradual, as atividades executadas dentro dos lares a partir deste mês de julho.
Para o retorno das ações, a instituição está tomando uma série de medidas para garantir a proteção à saúde dos idosos e dos seus professores.
Primeiramente houve contato com a direção dos lares para saber quais permitiriam as aulas. Após o aval dos lares, a Fundação José Carlos da Rocha realizou treinamento com professores e demais prestadores de serviços, para orientar sobre as recomendações da Organização Mundial de Saúde, Ministério da Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e demais órgãos fiscalizadores e reguladores de saúde pública.
Todos os profissionais fizeram exame para detecção de covid-19 em laboratório referência contratado pela Fundação José Carlos da Rocha. Eles também receberam instruções para a retomada das aulas, como manter distância dos idosos, não tocar em hipótese alguma, adaptar algumas atividades para garantir a saúde de todos, dentre outros aspectos. Kits de proteção com máscaras e escudo facial também foram entregues aos membros da Fundação José Carlos da Rocha, que ainda vão utilizar álcool gel várias vezes durante as aulas.
“Fizemos contato com a direção dos lares e estamos retomando gradativamente. Todos os professores passaram por um intenso treinamento sobre as regras sanitárias e epidemiológicas e fizemos exames, entregamos itens de proteção”, disse a coordenadora da Fundação José Carlos da Rocha, Renata Linhares.
Ela explicou que a decisão sobre o retorno envolveu membros do conselho da instituição, que avaliaram questões técnicas e a necessidade de atividades para os idosos. “Nossos conselheiros debateram o tema entre eles e também ouviram especialistas. Com os protocolos de segurança que estamos usando, que são rígidos, se torna improvável possível contágio de doença tanto para os idosos quanto para os professores. Nossa equipe levou em conta a importância das atividades para os idosos, que estavam se sentindo sozinhos, tristes e com tendência de apresentarem até quadros de depressão porque deixaram de receber atividades, de se exercitar e se divertir. Além disso, alguns tiveram pioras significativas na questão motora, na mobilidade, força, equilíbrio, dentre outros pontos. Deste modo, com aval dos lares, respeito às normas de saúde e uma série de medidas, optamos pelo retorno gradual de nossas ações”, explicou Renata.

Emissoras de TV destacam Campanha de Fraldas da Fundação José Carlos da Rocha

Entre os meses de maio e junho de 2020, a Fundação José Carlos da Rocha intensificou a campanha de arrecadação de fraldas. Isso porque o volume de receitas próprias da instituição caiu e porque o número de doação também apresentou redução. Diversas ações foram realizadas para aumentar a arrecadação dos produtos essenciais aos idosos e os veículos de comunicação ajudaram bastante nesta iniciativa. Confira abaixo, quatro entrevistas realizadas para emissoras de televisão da região entre os meses de maio e junho de 2020, TV Vanguarda, TV Novo Tempo, TV Band Vale e TV Record, sendo que uma delas foi reprisada pela Record em outro programa

Abaixo entrevistas para televisão realizadas no período:

TV Record, programa Balanço Geral, dia 19 de junho, e material reprisado dia 19 no SP Record. Assista aqui.

 

 

 

 

 

TV Band, programa Band Cidade, ao vivo, dia 10 de junho, material está disponível entre 12 minutos e 5 segundos até 16 minutos. Assista aqui.

 

 

 

 

 

TV Vanguarda, programa Bom Dia Vanguarda, entrada ao vivo dia 4 de junho, e também disponível pelo Globo Play. Assista aqui.

 

 

 

 

 

TV Novo Tempo, programa Jornal Setorial, entrevista dia 11 de maio. Assista aqui.

 

 

 

 

 

Para doar qualquer quantia, basta clicar aqui.

Campanha arrecada fraldas para idosos

Centenas de idosos que vivem em lares precisam de fraldas. A campanha da Fundação José Carlos da Rocha visa aumentar o número de fraldas doadas aos lares para atender a necessidade dos vovôs e vovós. A quantidade de fraldas que um idoso usa por dia varia bastante, de acordo com o estado de saúde e com a idade de cada um. Em média, são três fraldas por dia.

Nos últimos meses, a Fundação José Carlos da Rocha tem comprado cerca de 8.000 fraldas por mês para dividir entre os 12 lares atendidos. Parece um número elevado, mas não é o suficiente se for considerado o volume médio de três fraldas por dia para cada idoso que precisa do item.

Devido à crise global causada pelo Covid-19, a Fundação José Carlos da Rocha também tem sentido os efeitos, pois não dispõe dos mesmos recursos financeiros de antes. Assim, os lares podem vir a receber menos fraldas.

Para não desamparar os vovôs e vovós, a Fundação José Carlos da Rocha precisa de sua ajuda.

Basta ler o QR Code e doar qualquer quantia para a compra de fraldas. Lembre-se que cada R$ 1,00 (um real) compra uma fralda. Faça sua parte e ajude neste momento tão difícil.
Quem quiser, também pode fazer doação clicando aqui.

Para agravar a situação dos idosos, os lares não estão recebendo visitas – o que gera um redução significativa no volume de doações de fraldas e outros itens de higiene.

Também por isso, é que a Campanha de Fraldas é fundamental para a saúde e bem-estar de centenas de idosos.

Colabore.

 

 

 

Professores postam fotos com filtro de Páscoa

A Fundação José Carlos da Rocha postou em sua página no Facebook fotos de seus professoras com filtro de Páscoa na semana que antecede a data. A ideia é deixar uma mensagem de otimismo e esperança, em especial neste momento de apreensão em virtude do Covid-19.

Além dos profissionais, crianças, filhos da professora Letícia, também participaram da iniciativa.

Nota Oficial: Suspensão das atividades em virtude da pandemia global do coronavírus

Em virtude da pandemia global do novo coronavírus (Covid-19), declarada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e em respeito absoluto às recomendações das autoridades sanitárias do Brasil, a Fundação José Carlos da Rocha suspendeu, por tempo indeterminado, suas atividades nos lares atendidos.

A decisão do Conselho da Fundação José Carlos da Rocha foi amplamente apoiada pelos lares que recebem projetos desenvolvidos pela instituição. Os atos administrativos, bem como a campanha de doação de fraldas, suporte financeiro e outras ações prosseguem normalmente em benefício dos idosos e lares.

A Fundação José Carlos da Rocha reitera sua missão de promover um estado de vida saudável ao idoso, planejando e executando programas de proteção à saúde e amparo aos que não têm recursos. Neste sentido, ela apoia a família e os lares no desenvolvimento de programas de proteção e qualidade de vida ao idoso, sempre respeitando o ser humano, e priorizando a dignidade dos idosos assistidos direta ou indiretamente.

Fundação José Carlos da Rocha promove Semana da Mulher

A Fundação José Carlos da Rocha promoveu uma surpresa em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres (8 de março) para as residentes do Lar São Vicente de Paulo.

A iniciativa foi organizada pelas professoras Letícia Godinho e Flávia do Amaral, em parceria com o lar.

As professoras da Fundação José Carlos da Rocha realizaram a Semana da Mulher, com várias atividades para público feminino, com destaque para desfile de modas com as idosas. Para isso, uma a uma, elas foram produzindo as vovós, com cabelo e maquiagem, além do uso de acessórios e bijuterias.

De acordo com as professoras, a data despertou sentimento de alegria nas mulheres, e a lembrança por parte da Fundação José Carlos da Rocha e do lar as deixou ainda mais emocionadas.

Jogos de dominó estimulam memória de idosos de Guaratinguetá

Jogos de dominó estão sendo realizados com idosos residentes da Comunidade Missionária São José, em Guaratinguetá, para estimular a memória, por meio do projeto “Arte Experiente da Terceira Idade”, desenvolvido pela professora Letícia Godinho, da Fundação José Carlos da Rocha.
De acordo com a professora, a modalidade tem grande aceitação dos idosos e é um poderoso instrumento para estimular a mente. “Notamos um grande interesse dos vovôs e das vovós em participar, e o efeito é muito significativo”, afirmou.
O projeto consiste na aplicação da Arte Terapia, que é a utilização de linguagens artísticas, predominantemente plásticas, de símbolos, metáforas e de forma geral da criatividade em processos terapêuticos.
A Arte Terapia favorece, por meio da estimulação da expressão e do desenvolvimento da criatividade, a coordenação motora, a liberação de emoções, de conflitos internos, de imagens perturbadoras do inconsciente, o contato com ansiedades, conteúdos reprimidos, medos, processo de individuação e equilíbrio físico/mental/espiritual.

O projeto de Arte Terapia pretende, por meio da arte, favorecer a expressão das emoções, das vivências internas, das elaborações do pensamento, sem, porém, haver a intencionalidade de aprofundamento terapêutico em casos individuais.

Idosos produzem material especial para Dia das Mulheres

A Fundação José Carlos da Rocha está atuando em conjunto com a administração dos lares atendidos para a criação de eventos em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres.

Até o momento, são atividades em três lares: Irmã Terezinha e São Vicente de Paulo (Pindamonhangaba) e na Casa São Francisco de Idosos (Taubaté).

Com base nisso, nas aulas de arteterapia da professora Letícia Godinho, por exemplo, os residentes produzem desenhos relacionados ao tema, como corações, flores, além de mensagens para formar um painel em homenagem às mulheres.

Segundo a professora, a ideia é envolver todos os idosos e aproveitar a temática para aprimorar a coordenação motora. “Por meio da criação, conseguimos estimular a atividade cerebral, melhorar as condições de movimentos finos das mães – que são essenciais para o dia a dia, e ainda aumentamos o interesse por ações sociais e festivas”, explicou.

A professora da Fundação José Carlos da Rocha afirmou que as aulas têm contribuído para despertar sentimentos positivos, principalmente nas vovós. “Estão produzindo os materiais com muito empenho e percebemos que as mulheres estão felizes com o ato. Para elas, a proximidade com o Dia Internacional das Mulheres gera expectativa positiva. Isso porque além de celebrar as conquistas das mulheres ao logo da história, o acontecimento marca uma data de carinho e atenção a todas as mulheres”, explicou Letícia Godinho.

Instituições ligadas ao SUS poderão ter atividades físicas para idosos

O Projeto de Lei 98/20 torna obrigatória a oferta de programa de atividades físicas para idosos nas unidades de longa permanência do SUS (Sistema Único de Saúde) ou instituições conveniadas. Segundo a Anvisa, as unidades de longa permanência são instituições governamentais ou não governamentais, de caráter residencial, destinadas a domicílio coletivo de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, com ou sem suporte familiar, em condição de liberdade, dignidade e cidadania.

Pela proposta, as atividades serão elaboradas por profissionais de educação física, especificamente para pessoas com mais de 60 anos, levando em consideração as aptidões físicas e o estado de saúde dos participantes. O texto estabelece que as atividades ocorram pela manhã.

Apesar de não ter vínculo com SUS, a Fundação José Carlos da Rocha oferece atividade física a idosos de instituições atendidas diretamente

O autor da proposta, deputado Felipe Carreras (PSB-PE), afirmou que cabe ao poder público a iniciativa de implementar programas de tratamento e prevenção da saúde da pessoa idosa, tanto nas unidades do SUS quanto nas unidades de longa permanência para idosos.

“A prática de atividade física especificamente pensada para o idoso e supervisionada por profissionais de educação física atua como forma de prevenção e reabilitação da saúde do idoso, fortalecendo a resistência, o equilíbrio, a flexibilidade e a força, minimizando os efeitos deletérios do envelhecimento e das doenças crônicas”, explica Carreras.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias