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Fundação recorda 100 anos do falecimento de José Carlos da Rocha

A Fundação José Carlos da Rocha promoveu uma grande festa no Lar Irmã Terezinha, em Pindamonhangaba, dia 17 de abril de 2019 – data em que se recordou o aniversário de 100 anos da morte do coronel ‘José Carlos da Rocha’. O evento reuniu cerca de 250 idosos de 12 dos 13 lares assistidos diretamente pela instituição.

O evento ainda contou música ao vivo, com a dupla Bruno e Yago que tocou diversos sucessos da Música Popular Brasileira, apresentação de dança sênior, dança de salão, homenagens e outras atividades.

Houve também a participação de voluntários e apoiadores, que doaram comida, decoração e outros elementos necessários para a celebração. A confraternização ainda contou com o barman André Guizão servindo drinks não alcoólicos, coquetel de frutas e outras bebidas.

O momento mais marcante da festa foi a exposição e entrega de um quadro com a foto do coronel José Carlos da Rocha. Parte de sua história também foi recordada aos idosos que são beneficiados diretamente pela instituição que leva seu nome e tanto faz pelos internos dos lares.

Projeto de lei garante isenção de taxas para idosos em viagens interestaduais

Crédito de fotografia: Prefeitura de Dourados

Idosos que fazem viagens interestaduais de ônibus gratuitamente podem ter o benefício ampliado. O senador Confúcio Moura (MDB-RO) apresentou, em abril, um PL (Projeto de Lei) que estende a gratuidade das viagens às tarifas de pedágio e de utilização de terminais, como as taxas de embarque. O PL 1.892/2019 está na CDH (Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa) e aguarda distribuição a um relator.

Atualmente, o Estatuto do Idoso garante duas vagas gratuitas por veículo para idosos com renda igual ou inferior a dois salários-mínimos (R$ 1.996,00). Quando essas vagas já estiverem ocupadas, os idosos têm direito a desconto de 50%, no mínimo, no valor das passagens. O benefício é assegurado a idosos com mais de 60 anos e que tenham a Carteira do Idoso, emitida pelo governo federal.

O senador observa que a gratuidade já é prevista em lei, mas não é obedecida. “Os idosos têm o seu direito tolhido ou limitado quando precisam arcar com custos adicionais, como tarifas de embarque e pedágios. [Esta] proposição busca eliminar a interpretação equivocada de que a gratuidade no sistema de transporte coletivo interestadual para os idosos não abarca custos outros que não o do próprio bilhete de passagem”, argumenta Confúcio.

Em 2018 foram registradas 1.199 reclamações de idosos que não conseguiram utilizar os direitos previstos em lei, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Uma média de três reclamações por dia. Do total, 1.101 alegaram que não conseguiram usar o desconto de 100%, enquanto os outros 98 não obtiveram o desconto mínimo de 50% em viagens de longa distância.

 

Fonte: Agência Senado

Vovôs e vovós de Pindamonhangaba e de Taubaté se divertem na praia

Aproximadamente 30 idosos dos lares São Vicente de Paulo, de Pindamonhangaba, e da Casa do Ancião Luiza de Marillac, de Taubaté, fizeram um passeio conjunto para a praia no início de abril.

O local escolhido pela Fundação José Carlos da Rocha foi a Praia dos Trabalhadores, em São Sebastião, pois têm estrutura adequada e adaptada para receber. “Fomos à Praia dos Trabalhadores porque existe o programa Praia Acessível – que dispõe de cadeiras adaptadas para pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida – o que é ideal para uma parte do grupo de idosos que levamos ao passeio”, explicou a professora Flávia do Amaral.

Durante o trajeto, os idosos participaram de atividades de interação dentro do ônibus. Assim que chegaram à praia, eles entraram no mar e se divertiram com muitas brincadeiras na areia – tudo monitorado pelas professoras Flávia do Amaral e Letícia Godinho da Fundação José Carlos da Rocha e membros dos lares, além do maestro voluntário João e do fotógrafo Eduardo.

Durante o trajeto de ida e volta eles se alimentaram com lanches e na praia ainda tiveram sorvete, bebidas e churrasco – organizado pela Fundação José Carlos da Rocha com auxílio dos lares e de voluntários.

A iniciativa também contou com apoio da Prefeitura de Pindamonhangaba, que cedeu um micro ônibus, e da empresa Pássaro Marrom, que liberou um ônibus.

Antes, em 2017, a Fundação José Carlos da Rocha já havia levado 44 vovôs e vovós da Associação Humanitária Amor e Caridade, de Jacareí, para um passeio na Praia dos Trabalhadores.

Idosos de Taubaté celebram Dia Mundial da Água

Em comemoração ao Dia Mundial da Água (22 de março), o projeto “Arte Experiente da Terceira Idade”, desenvolvido pela professora Letícia Godinho, da Fundação José Carlos da Rocha, fez diversos trabalhos sobre o tema com um grupo da Casa São Francisco de Idosos de Taubaté, durante o mês de março

De acordo com a professora, houve aplicação na técnica de arte terapia, com a utilização de linguagens artísticas, predominantemente plásticas, de símbolos, metáforas e de forma geral da criatividade em processos terapêuticos com base na água para celebrar a data e alertar sobre os riscos que a população deve ter para que este bem precioso não venha a faltar.

Letícia Godinho explicou sobre os mananciais hídricos, o processo de extração e tratamento de água, distribuição, envolvendo também os resíduos, por meio de esgoto, o sistema de coleta e tratamento antes da devolução aos rios e outros itens relacionados ao tema. A economia e a utilização correta da água também foram debatidas com os internos do lar.

Como parte das atividades, eles fizeram cartazes em comemoração à Semana da Água, pintaram quadros, desenharam e recortaram figuras, dentre outras ações, que ajudaram função cerebral e de coordenação motora.

 

Idosos indicam caminhos para uma melhor idade

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), idoso é todo indivíduo com 60 anos ou mais. O Brasil tem mais de 28 milhões de pessoas nessa faixa etária, número que representa 13% da população do país. E esse percentual tende a dobrar nas próximas décadas, segundo a Projeção da População, divulgada em 2018 pelo IBGE.

Para que os idosos de hoje e do futuro tenham qualidade de vida, é preciso garantir direitos em questões como saúde, trabalho, assistência social, educação, cultura, esporte, habitação e meios de transportes. No Brasil, esses direitos são regulamentados pela Política Nacional do Idoso, bem como o Estatuto do Idoso, sancionados em 1994 e em 2003, respectivamente. Ambos os documentos devem servir de balizamento para políticas públicas e iniciativas que promovam uma verdadeira melhor idade.

“Música é terapia”

Foi durante um passeio com o marido, em 1991, que Beatriz Spinoza, de 73 anos – ou “quase 74”, como ela faz questão de ressaltar – descobriu a seresta do palácio do Catete, no Rio de Janeiro. “Ouvimos uma voz lindíssima e decidimos entrar para ver o que era”, relembra. A paixão foi instantânea e Beatriz se tornou frequentadora assídua dos encontros musicais. “Já cheguei a frequentar todos os dias e, atualmente, deixo de vir uma ou duas vezes por semana, no máximo”, fala e completa: “A gente vai ficando com idade, o marido morre e a maior parte das pessoas começa a sentir solidão. Eu não sinto! Venho para cá, converso, me distraio, faço amizade…”.

Uma das amigas seresteiras é Dulce Silva, de 77 anos, que encontrou nessa atividade não só o seu momento de distração, como também um talento até então escondido. “Eu sempre fui de sair, quer me dar um castigo é falar para eu ficar em casa. E a seresta é muito prazerosa. Vim para cá através de um amigo, comecei a cantar de intrometida e acabei achando que era cantora”, diz.

A PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), realizada pelo IBGE em 2013, mostrou que a cada quatro pessoas com 60 anos ou mais, pelo menos uma relatava participar de atividades sociais organizadas, como a seresta do palácio do Catete. Entre as mulheres, o percentual era maior, chegando a quase 30%. Mas a participação dos homens também foi significativa, ficando bem pouco abaixo dos 20%.

Miguel Zogahib, de 87 anos, é um dos exemplos. Ele participa da seresta há tanto tempo que, quando é perguntado como ficou conhecendo os encontros, responde sem pestanejar: “Eu nasci aqui”. Para Miguel, a seresta é um hobby, que reúne amigos e músicos de “primeira categoria”. “Música é terapia”, conclui.

Assim como Beatriz, Dulce e Miguel, muitos outros idosos encontraram no palácio do Catete um espaço de lazer. De acordo com Maria Helena Versian, historiadora do Museu da República, cada seresta conta, em média, com 50 participantes. Apesar de também serem frequentadas por pessoas mais jovens e até crianças, a maior parte do público tem entre 60 e 90 anos.

As decisões diante do envelhecimento populacional

A população idosa tende a crescer no Brasil nas próximas décadas, como aponta a Projeção da População, do IBGE, atualizada em 2018. Segundo a pesquisa, em 2043, um quarto da população deverá ter mais de 60 anos, enquanto a proporção de jovens até 14 anos será de apenas 16,3%. Segundo a demógrafa do IBGE, Izabel Marri, a partir de 2047 a população deverá parar de crescer, contribuindo para o processo de envelhecimento populacional – quando os grupos mais velhos ficam em uma proporção maior comparados aos grupos mais jovens da população.

A relação entre a porcentagem de idosos e de jovens é chamada de “índice de envelhecimento”, que deve aumentar de 43,19%, em 2018, para 173,47%, em 2060. Esse processo pode ser observado graficamente pelas mudanças no formato da pirâmide etária ao longo dos anos, que segue a tendência mundial de estreitamento da base (menos crianças e jovens) e alargamento do corpo (adultos) e topo (idosos).

A demógrafa comenta que as principais causas para essa tendência de envelhecimento seriam o menor número de nascimentos a cada ano, ou seja, a queda da taxa de fecundidade, além do aumento da expectativa de vida do brasileiro. Segundo as Tábuas Completas de Mortalidade, do IBGE, quem nasceu no Brasil em 2017 pode chegar, em média, a 76 anos de vida. Na projeção, quem nascer em 2060 poderá chegar a 81 anos. Desde 1940, a expectativa já aumentou 30,5 anos.

Também de acordo com a PNS, 17,3% dos idosos apresentavam limitações funcionais para realizar as AIVD (Atividades Instrumentais de Vida Diária), que são tarefas como fazer compras, administrar as finanças, tomar remédios, utilizar meios de transporte, usar o telefone e realizar trabalhos domésticos. E essa proporção aumenta para 39,2% entre os de 75 anos ou mais.

Porém, uma boa saúde também é pré-requisito para que as pessoas possam trabalhar até mais velhas. A professora titular de demografia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Simone Wajnman, lembra que no Brasil os trabalhadores idosos vêm de uma época em que estudar era privilégio de uma elite e, portanto, têm baixos níveis de escolaridade. “O que a gente vê hoje no mercado brasileiro é que quem tem mais chance de continuar trabalhando nas idades mais elevadas são aquelas pessoas que têm mais escolaridade, que exercem ocupações que não dependem de força física”, diz.

Uma das iniciativas no mercado de trabalho pelo mundo, relatadas por Simone, é a alocação das pessoas idosas em áreas de atendimento ao público, ou em outras funções que exigem um profissional de perfil mais experiente e responsável. Ela acredita que a possibilidade de redução ou flexibilização da jornada de trabalho para essas pessoas também é uma solução. As discussões sobre iniciativas e políticas públicas para idosos também devem levar em consideração que essa população não é homogênea.

Leia a matéria completa na revista Retratos nº 16.

 

Fonte: Agência IBGE Notícias

INSS altera regras para prova de vida e renovação de senhas

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Uma resolução do Ministério da Economia publicada no Diário Oficial da União no fim de março de 2019 alterou as regras para prova de vida e renovação de senha de beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Os procedimentos, agora, podem ser executados por meio de atendimento eletrônico (com uso de biometria ou identificação por funcionário da instituição financeira pagadora) ou por meio de representante legal ou procurador cadastrado no INSS ou na instituição financeira.
Beneficiários com idade igual ou superior a 60 anos poderão solicitar a realização de prova de vida no INSS, sem prejuízo da possibilidade de comparecer à instituição financeira pagadora.
Para beneficiários com dificuldade de locomoção e idosos acima de 80 anos, poderá ser realizada pesquisa externa, com comparecimento a residência ou local informado no requerimento, para permitir a identificação do titular do benefício e a realização da comprovação de vida.
No caso de beneficiários com dificuldades de locomoção, o requerimento para realização de prova de vida por meio de pesquisa externa deverá ser efetuado pelo interessado, perante uma agência da previdência social, com comprovação via atestado médico ou declaração emitida por uma unidade de saúde.
Os serviços deverão ser previamente agendados por meio da Central 135 ou do Meu INSS.
O INSS poderá bloquear o pagamento do benefício encaminhado às instituições financeiras até que o beneficiário atenda à convocação. “A prova de vida e o desbloqueio de crédito realizado perante a rede bancária será realizada de forma imediata, mediante identificação do titular, procurador ou representante legal”, informou o órgão.

Entenda

Desde 2012, segurados do INSS devem comprovar que estão vivos para manter o benefício ativo. O procedimento é obrigatório para todos que recebem pagamentos por meio de conta-corrente, conta poupança ou cartão magnético e tem por objetivo dar mais segurança ao cidadão e ao Estado, pois evita pagamentos indevidos e fraudes.
A rotina é cumprida anualmente pela rede bancária, que determina a data da forma mais adequada à sua gestão – alguns bancos usam a data de aniversário do beneficiário enquanto outros utilizam a data de aniversário do benefício.

 

Fonte: Agência Brasil

No outono, idosos devem ter cuidado com doenças típicas da estação

O Verão acabou, mas os cuidados com a saúde não devem ser esquecidos no Outono. O tempo mais frio, geralmente acompanhado de baixa umidade do ar, favorece o aumento de doenças, alergias respiratórias e de pele, principalmente em crianças, idosos e portadores de doenças crônicas.

De acordo com o infectologista Ralcyon Teixeira, é muito comum nessa época que as pessoas confundam gripes com resfriados. Apesar de ambas apresentarem sintomas semelhantes, são provocados por vírus distintos e devem receber o diagnóstico e tratamentos adequados.

“O resfriado tem sintomas mais leves, como coriza e leves dores no corpo. O vírus do resfriado permanece no organismo por no máximo três dias. Já a gripe exige mais atenção, pois ela aparece de maneira mais agressiva e prolongada, manifestando-se por febre, fortes dores no corpo, tosse seca e falta de ar. Neste caso, o ideal é procurar ajuda médica”, esclarece.

A prevenção contra as doenças respiratórias, como a SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), asma e pneumonia é fundamental durante todo o ano e deve ser redobrada nesse período. A rinite alérgica, por exemplo, pode ser agravada em razão da falta de umidade no ar.

Em todos os casos, podem ser tomados cuidados simples, mas eficazes com a saúde, como aumentar a ingestão de líquido, fazer inalação e lavar o nariz com soro fisiológico.

“O tempo seco causa ressecamento das vias aéreas e viabiliza a proliferação de vírus e agravamento de doenças e alergias respiratórias, como asma, que pode ser tanto crônica como alérgica. A ingestão de água e permanência em locais ventilados são ótimas maneiras de prevenção”, explica o pneumologista Fábio Muchão.

Confira abaixo dicas para evitar agravamento de doenças respiratórias:

* Evite locais totalmente fechados;

* Cubra a boca com um lenço quando for espirrar;

* Beba muita água, pelo menos 2 litros por dia;

* Mantenha a carteira de vacinação em dia;

* Lave o nariz e faça inalação com soro fisiológico.

 

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

Coral encanta público no Festival de Marchinhas

O coral de idosos formado pela parceria entre a Fundação José Carlos da Rocha e o Lar São Vicente de Paulo encantou centenas de pessoas na abertura do Festival de Marchinhas de Pindamonhangaba, dia 22 de fevereiro, na Praça do Quartel.

O grupo ensaia com a professora Flávia do Amaral há dois anos e já participou de dezenas de apresentações ao público, mas esta foi a primeira vez em um evento de carnaval. “Foi muito linda a apresentação e as pessoas gostaram bastante. Não tenho palavras para descrever a minha emoção dos vovôs e vovós. Esta foi a primeira vez que eles cantaram em um palco grande, com sistema de luz e som, com banda, com platéia enorme. Estamos todos muito felizes”, disse.

A apresentação foi muito especial e a organização do evento já planeja repetir o ato para o ano de 2020.

Antes, última apresentação do coral da Fundação José Carlos da Rocha em evento da Prefeitura de Pindamonhangaba havia ocorrido na inauguração da UPA de Moreira César, em dezembro de 2018.

Fundação faz idosos refletirem sobre igualdade das pessoas

As aulas de arte terapia aplicadas pela professora Letícia Godinho, da Fundação José Carlos da Rocha, têm proporcionado melhorias a dezenas de idosos.

Em 2019 ela tem diversificado os elementos e temas para aplicação, buscando novos estímulos e participação dos vovôs e vovós.

Uma dessas temáticas, realizada no Lar Casa São Francisco de Idosos de Taubaté, incluiu a mão como objeto de trabalho. A professora fez com que os vovôs e vovós desenhassem suas próprias mãos. Com isso, Letícia conseguiu desenvolver e aprimorar as habilidades de coordenação, percepção e criatividade de casa um.

No Lar São Vicente de Paulo, em Pindamonhangaba, a professora fez uso de outro recurso. Em uma folha, formato A4, cada idoso pôde fazer um auto-retrato – enfatizando as características dos cabelos. A atividade, intitulada ‘cabelo maluco’, serviu para cada um mostrar a forma como se vê.

Ao fim das produções das aulas, a professora explicou que, além dos pontos técnicos e de evolução em sala de aula, o objetivo das ações realizadas em Taubaté e Pindamonhangaba é para mostrar que a aparência física – expressada na forma de mãos, face ou cabelo não torna ninguém melhor ou pior que outra pessoa. “Mais além que isso, destacamos a questão das mãos para dizer que todos precisam de uma mão. No caso dos internos, eles necessitam de várias mãos: mão cozinheira, mão enfermeira, mão de cuidador, de professor, de voluntário, de amigo. Acredito que os exercícios despertaram essas reflexões, sobre a questão da aparência física e da ajuda”, explicou.

Letícia Godinho disse que nos dois lares foram montados painéis com os trabalhos. “Queremos que eles vejam as obras e pensem a respeito. Além disso, escrevemos a frase: “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”, concluiu.

 

Vovôs e vovós visitam bosque construído para princesa Isabel

Um grupo de aproximadamente 20 vovôs e vovós do Lar São Vicente de Paulo, em Pindamonhangaba, passou uma manhã apreciando as belezas naturais do Bosque da Princesa no início de janeiro.

A ação foi organizada pela professora Flávia do Amaral, da Fundação José Carlos da Rocha – que desenvolve o projeto Viva Bem com os idosos do ‘São Vicente de Paulo’, e pelo fisioterapeuta Thiago Costa e Silva.

Além de conferir as paisagens, observar pássaros, ver a margem do rio Paraíba do Sul, conhecer dezenas de espécies de árvores – todas devidamente identificadas – o grupo ainda fez exercícios na academia da melhor idade e caminhada no bosque, conhecido como ‘da Princesa’, pois foi construído para ser um local para passeio da princesa Isabel, em 1868.

De acordo com a professora Flávia, todos gostaram muito da ação. “É um local bastante fresco porque é arborizado, é muito bonito e aconchegante. Isso contribui para alegrar os idosos. A intenção era propor uma atividade externa que pudesse servir como passeio e também para a prática de exercícios físicos e o Bosque da Princesa se encaixou perfeitamente nessa ideia”.