Sob ritmo do bolero, vovós dançam e se emocionam em Tremembé

Sob ritmo do bolero, vovós dançam e se emocionam em Tremembé

Acostumadas com danças e exercícios físicos, devido à série de atividades desenvolvidas pela Fundação José Carlos da Rocha, as vovós do Centro de Convivência Amélia Ozanam, de Tremembé, não demoraram muito para se adaptar ao bolero.

Ritmo quente, romântico e contagiante, o bolero tem origem indefinida. Alguns historiadores atribuem a dança aos espanhóis no século X por influência árabe, outros encontram fatos que classificam o estilo como cubano.

Independente do local de nascimento, fato é que as tremembeenses estão se acostumando e dançando cada vez o bolero aplicado nas aulas do professor Alexandre Botelho, da Fundação José Carlos da Rocha.

Me mês de agosto, o ritmo tem afastado o frio do salão do ‘Amélia Ozanam’.

De acordo com Alexandre Botelho, as idosas estão empolgadas e evoluindo a cada dia com o estilo. Ainda segundo ele, muitas ficam emocionadas com as aulas e com as músicas e contam histórias do período em que eram jovens.

Com as lembranças à tona, as vovós têm se tornado cada vez mais propensas a se entregar ao bolero.

Além do aspecto emocional, o professor disse que “a prática da dança tem minorado os efeitos do envelhecimento, pois ajuda a garantir a independência funcional por meio da manutenção da sua força muscular, principalmente de sustentação, equilíbrio, potência aeróbica, movimentos corporais totais e mudanças do estilo de vida”, explicou.

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